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terça-feira, 17 de junho de 2014









(texto: Elvira Moraes Lustosa) 

Paulinho foi tomar seu café da manhã. 

- Hum............, que biscoitão gostosoooooooo a mamãe me deu! 

Quando acabou de tomar seu café, Paulinho correu à cozinha e falou: 
__ Mamãe, muito obrigado pelo biscoitão gostoso. 
__ Ah! Filho, não agradeça a mim, agradeça ao padeiro que o fez. 

Paulinho correu até a padaria e falou: 
__ Sr. Joaquim, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso. 
Eu agradeci a ela, mas ela me disse: 
__ Não agradeça a mim. Agradeça ao padeiro. 
Então, Sr. Padeiro, muito obrigado pelo biscoitão gostoso. 
O padeiro falou: 
__ Não agradeça a mim. Agradeça ao fazendeiro que me vendeu a farinha com que fiz o biscoito. 

Paulinho, mas que depressa, correu até a fazenda que era pertinho de sua cidade e falou: 
__ Sr. Manuel, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso. 
Eu agradeci a ela, mas ela disse: 
__ Não agradeça a mim. Agradeça ao padeiro. 
Eu agradeci ao padeiro, mas ele me disse: 
__ Não agradeça a mim. Agradeça ao fazendeiro. 
Então Sr. Fazendeiro, muito obrigado pelo biscoitão gostoso. 
__ Ora, ora, não agradeça a mim. Eu só preparei a farinha. 
Agradeça ao trigal que me deu o trigo. 

Paulinho foi até o trigal, amarelinho, amarelinho de espigas de trigo e gritou: 
__ Trigo, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso. 
Eu agradeci a ela, mas ela me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao padeiro. 
Eu agradeci ao padeiro, mas ele me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao fazendeiro. 
Eu agradeci ao fazendeiro, mas ele me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao trigo. 
Então, trigo, muito obrigado pelo biscoitão gostoso. 
__ Há, há, há. Não agradeça a mim, agradeça à chuva que molhou a terra 
e me ajudou a crescer e produzir muito. 

Paulinho correu à sua casa, pegou o guarda-chuva 
e saiu procurando a chuva. 
Encontrou-a e gritou: 
__ Dona chuva, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso. 
Eu agradeci, mas ela me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao padeiro. 
Eu agradeci ao padeiro, mas ele me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao fazendeiro. 
Eu agradeci ao fazendeiro, mas ele me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao trigo. 
Eu agradeci ao trigo, mas ele me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça à chuva. 
Então, Dona chuva, muito obrigado pelo biscoitão gostoso. 
__ Ô, ô, ô. Eu só ajudei um pouco. 
Não agradeça a mim, agradeça ao sol que deu força 
à terra para o trigo crescer e produzir. 

Paulinho esperou a chuva passar, fechou o guarda-chuva e olhou para o céu. 
O sol amarelo brilhava e brilhava. 
__ Ó sol, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso. 
Eu agradeci a ela, mas ela me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao padeiro. 
Eu agradeci ao padeiro, mas ele me disse: 
Não agradeça a mim, agradeça ao fazendeiro. 
Eu agradeci ao fazendeiro, mas ele me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao trigo. 
Eu agradeci ao trigo, mas ele me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça à chuva. 
Eu agradeci à chuva, mas ela me disse: 
__ Não agradeça a mim, agradeça ao sol. 
Então, lindo sol, muito obrigado pelo biscoitão gostoso. 

O sol deu uma risada e falou grosso: 
__ É Paulinho, eu ajudei um pouco. 
Mas quem me faz brilhar no céu e aquecer a terra? 
Quem manda a chuva cair para molhar as plantas? 
Quem fez o trigo e o fez crescer no campo? 
Quem fez o fazendeiro e lhe deu força para plantar o trigo, 
colhê-lo, moer seus grãos e preparar a farinha? 
Quem dá sabedoria ao padeiro para fazer biscoitos gostosos? 
Quem lhe deu um papai que trabalha e dá dinheiro para comprar o biscoito? 
Quem lhe deu uma mamãe amorosa e cuidadosa 
que procura lhe dar coisas boas? 
Quem? Quem? 
Quem foi mesmo que lhe deu o biscoitão gostoso? 

Paulinho nada respondeu, apenas correu para casa, ajoelhou-se junto de sua cama e orou: 
- Deus, muito, muito obrigadooooooooo pelo biscoitão gostoso! 



Reciclagem de pneu

Atenção!
Diversos materiais postados aqui são de autoria desconhecida, divulgadas livremente em grupos de discussão ou em outros sites e no Google imagens. 
Mas, se você for proprietário de alguma arte e não queira ver publicado neste blog 
BASTA SOLICITAR A REMOÇÃO NOS COMENTÁRIOS, ou dizer que é de sua autoria que colocamos os créditos. 
Por favor,  foi encontrado na internet sem os créditos. Obrigada!


A Criança e a Oração


Iniciando um Trabalho de Oração com Crianças até 06 anos de Idade 

Nós enquanto educadores cristãos compromissados com a Obra de Cristo, precisamos ajudar as crianças desde cedo a fazerem da oração parte importante da sua vida diária. Diante disto, sugerimos um planejamento para os encontros de oração com crianças até 06 anos de idade. Faremos outras postagens dando continuidade a essa.

Sugestão para o 1º Encontro de Oração  

Acolhida: Boas Vindas, Música, Apresentação Pessoal.

• Receba as crianças com muita alegria, utilizando o Kit Acolhida (coração e mãos gigantes). Dê um abraço bem grandão em cada uma delas. Diga a elas o quanto está feliz em vê-las ali e em seguida acomode-as em seus lugares.

• Cante músicas de cumprimento, de boas vindas, de apresentação pessoal (Bom dia, Boa tarde ou Boa noite; Olá como vai; Boas vindas há; Quem é você?, etc.)

• Distribua crachás bonitos e coloridos com os nomes das  crianças.
Devocional: Oração, Música, Palavra

• Oração – Você, criança, já orou hoje? Você sabe o que é orar? Orar é falar, é conversar com Deus. As pessoas costumam se utilizar de vários meios pra falarem umas com as outras, a exemplo temos o telefone fixo, o celular, os bate-papos na internet, cartas, fax, etc., mas para você e eu falarmos com Deus, não precisa nada disso. Podemos falar diretamente com Ele, com nossas bocas ou em nosso pensamento, a qualquer hora, em qualquer lugar, em pé, deitado, de joelhos, andando ou até embaixo d’água!
Que tal experimentarmos? Vamos orar?

• Música: “Vamos agora orar, falar com Deus o Senhor Criador, as mãos unir e os olhos fechar, para falar com Deus.”
Continue com os olhos fechados, converse com Deus em seu pensamento, fale pra ele o que você quiser. Darei a você 2 minutinhos pra fazer isso e quando eu der o sinal (dizendo amém), encerraremos esta primeira oração.

Muitas pessoas sentem dificuldade pra falar com Deus, algumas costumam dizer que não tem nada pra falar com Ele ou que não sabem o que vão dizer pra Deus. Um dos principais motivos que nos fazem sentir dificuldade pra falar com Deus é o fato de não o conhecermos. Geralmente quando não conhecemos a outra pessoa temos dificuldade pra nos aproximarmos dela, pra cumprimentá-la, pra conversarmos com ela, por ser simplesmente, desconhecida... assim mesmo, quando não conhecemos a Deus, não conseguimos falar com Ele.

Você sabe Quem é Deus?

• Palavra – A Bíblia, a Palavra de Deus nos diz assim: “Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas?” Isaías 40.26 (visualize esse versículo, para memorização). A Bíblia nos ensina que todas as coisas foram criadas por Deus, e sem Ele nada do que foi feito se fez. Através da Criação de Deus podemos perceber que Ele existe. Quando oramos a Ele, damos prova que confiamos na sua existência, que cremos nEle apesar dele ser invisível, por que Ele é Espírito. Quando observamos a natureza, percebemos que Deus é um Deus de beleza, de ordem e de poder.

Deus de beleza – observe como a natureza é linda! O pôr do sol avermelhado, o mar que ora está calmo, ora está revolto, o céu estrelado, as flores coloridas, os pássaros voando e cantando e tantos outros animais... tudo tão lindo, que mais parece um quadro... e quem o pintou foi Deus! (Mostre gravuras ilustrativas e coloridas para as crianças)

Deus de ordem – Ele fez o sol para iluminar o dia, a lua e as estrelas para iluminar a noite; as nuvens trazem chuva e neve; os planetas circulam em volta do sol sempre em suas velocidades normais e em suas rotas... perceba como tudo se encaixa de um jeito maravilhoso, organizado por Deus! (Mostre gravuras ilustrativas e coloridas para as crianças)

Deus de poder – As montanhas são grandes e altas, as ondas do mar são tão fortes, as cascatas são poderosas, o relâmpago é resplandecente e o trovão barulhento. A natureza é poderosa e Aquele que a criou é muito mais poderoso. Glória a Deus!!! (Mostre gravuras ilustrativas e coloridas para as crianças)


• Oração – tipo ADORAÇÃO – Adoração é o grande amor e respeito que você tem por Deus. Ele merece sua afeição por que é Santo (perfeito sob todos os aspectos e foi Ele quem fez todas as coisas – inclusive você (Salmo 95.1-6). Você adora a Deus ao se alegrar com tudo que Ele é ao dizer a Ele como é Maravilhoso. Você pode dizer: “Deus, o Senhor é o Criador Maravilhoso. Eu O amo por ser Todo-Poderoso. “Eu O amo por ser Perfeito”. Criança, você pode adorar a Deus através da Sua oração quando e onde quiser.

• Atividade de Fixação: Aqui nessa caixinha decorada coloquei alguns motivos de oração que estão relacionados ao que aprendemos hoje sobre o nosso Deus Criador.

o Motivos de Oração: FLORES – ÁRVORES – FRUTOS – PESSOAS – ANIMAIS – LUMINARES (SOL, LUA E ESTRELAS) – NUVENS, ARO-ÍRIS, MARES, RIOS, VENTOS, RELÂMPAGOS E TROVÕES, CHUVA, ETC. (Você educador cristão pode ilustrar esses motivos de oração em fichas com letras grandes e coloridas ou com imagens ilustrativas ou ainda com objetos).

o Cada Criança poderá escolher um motivo dessa caixinha para fazer sua oração em adoração a Deus.

• Convite à Salvação: Você criança que ainda não é salva, também pode orar, reconhecendo que é pecadora, crendo e recebendo a Jesus Cristo, O Perfeito Filho de Deus, como Salvador e Senhor de sua vida, Recebendo o seu perdão e adorando-o também como Maravilhoso Deus Criador.

• Despedida: Entregue lembrancinhas às crianças contendo o versículo bíblico do dia (Isaías 40.26). Ore pelas crianças.





Créditos imagem:

Plano de Leitura da Bíblia para Crianças



Sozinho ou com a ajuda de um adulto, utilizando a Bíblia que está ao alcance da criança, ela poderá crescer no conhecimento dos valores que a Bíblia nos ensina. Entre em contato com a Sociedade Bíblica do Brasil e solicite para o seu filho ou seus alunos da EBD o Plano de Leitura "Jesus em Ação". Terminada a leitura das histórias indicadas e realizadas as atividades propostas neste Plano, solicite um novo roteiro de histórias.

 
“A tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho.” (Salmos 119.105 –NTLH) 

Plano de Leitura da Bíblia para Crianças



Sozinho ou com a ajuda de um adulto, utilizando a Bíblia que está ao alcance da criança, ela poderá crescer no conhecimento dos valores que a Bíblia nos ensina. Entre em contato com a Sociedade Bíblica do Brasil e solicite para o seu filho ou seus alunos da EBD o Plano de Leitura "Jesus em Ação". Terminada a leitura das histórias indicadas e realizadas as atividades propostas neste Plano, solicite um novo roteiro de histórias.

 
“A tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho.” (Salmos 119.105 –NTLH) 

Endereço Av. Ceci, 706 – Tamboré – Barueri, SP – CEP 06460-120


Jogos e Passatempos

Se você somar...


1. O número de peças de prata que José deu a Benjamim (Gênesis 45.22).
2. O número de filhos da viúva de Naim (Lucas 7.12)
3. O número do mais curto capítulo nos Salmos.
4. O número de palavras no maior verso da Bíblia mais dois (Ester 8.9, Almeida, Revista da IBB).
5. A idade de Sara quando Deus disse a Abraão que ela teria um filho (Gênesis 17.17)


O resultado será a idade de Noé quando veio o dilúvio (Gênesis 7.6)


Se você diminuir...


1. Do número de anos que Uzias reinou em Jerusalém (II Crônicas 26.3; Versão Brasileira).
2. O número de anos que Joás esteve escondido na casa de Deus (II Crônicas 22.12).
3. O número de dias que Daniel, Misael, Hananias e Azarias comeram legumes e beberam água para provar que eram melhores do que a carne e o vinho do rei (Daniel 1.11-15).
4. O número de versos em Mateus 5 que começam com a palavra "Bem-aventurado".
5. O número de potes dágua que os serventes encheram no casamento em Caná da Galiléia (João 2.6)


O resultado será o número de versos no menor livro do Velho Testamento (Obadias).


Fonte: Jogos e Passatempos Bíblicos, Editora Juerp, 11ª edição, 1992.

Brincadeiras com Bola




Você já imaginou quantas brincadeiras e jogos diferentes podemos fazer com uma simples bola? Pois é, pode ter certeza que são muitas!


A bola é provavelmente a diversão mais antiga que se tem conhecimento... Historiadores relatam que nos desenhos das cavernas da pré-história há homens com bolas nas mãos. 

Eram provavelmente feitas de pedras e com objetivo de auxiliar na caça.


Usada como diversão, o primeiro registro é de um jogo chamado kemari, criado em 4500 a.C. no Japão. Era um jogo parecido com o futebol, mas a finalidade mesmo era fazer treinamento de guerra com sua prática.


Mas, pode ser bola, bolinha ou bolão é possível fazer muitas brincadeiras divertidas com uma bola e é isso mesmo que vamos sugerir agora, ou seja, brincadeiras com bola divertidas, que você poderá brincar com seus amigos nas férias, finais de semana ou em qualquer tempinho livre...


Gol a Gol

Neste jogo só brincam duas pessoas por vez. O objetivo é marcar gol no adversário. Só pode chutar, no máximo, do meio de campo. O campo deve ser dividido ao meio e cada jogador fica em um gol.


As regras são simples: se a bola bater na trave ou no travessão, o adversário bate pênalti; se passar do meio de campo para chutar, o adversário também bate pênalti e, se a bola sair pela lateral, é chute de bola parada de onde a bola saiu. São dois tempos de 25 lances cada.


Duas Ilhas

Neste jogo podem participar oito ou mais jogadores. O objetivo do jogo é fazer com que a equipe de náufragos passe de uma ilha para a outra sem que a equipe de tubarões a acerte com uma bola.


Para preparar o jogo, que deve ser em um espaço amplo, deve-se desenhar no chão dois círculos com cerca de 3 metros de diâmetro e a 15 metros de distância um do outro. Esses círculos serão as "ilhas". A turma deve ser dividida em dois times: o de "tubarões", que ficam espalhados, fora dos círculos, e o de "náufragos", que ficam em uma das "ilhas" e começam com a bola.


Um dos "náufragos" lança a bola o mais longe possível e sai correndo até a outra ilha. Os "tubarões", então, tentam pegar essa bola e acertar no "náufrago", antes que ele chegue na ilha. Se conseguir, o náufrago vira "tubarão". Quando não tiver mais nenhum jogador na primeira ilha, contam-se os que conseguiram chegar à outra e as equipes invertem os papéis.


Alerta

Podem jogar três ou mais pessoas e o objetivo é evitar que a bola acerte nos jogadores e tentar acertá-la em outras crianças para ficar no jogo o máximo de tempo possível.


Um jogador começa com a bola e os outros ficam a sua volta. Ele lança a bola para cima com as duas mãos e, ao mesmo tempo, grita o nome de um dos outros jogadores, que deverá pegar a bola o mais rápido possível. Os demais devem tentar se afastar da bola.


Se o jogador que teve seu nome chamado conseguir pegar a bola antes que ela toque no chão, pode jogá-la para cima dizendo outro nome. Mas, se pegar depois dela ter pingado, ele deve gritar "alerta" e todos param onde estão. Ele lança, então, na direção de alguém, para acertá-lo. Vale desviar da bola, mas sem sair do lugar.


Quem for acertado é considerado "ferido" e é o próximo a jogar a bola para cima, gritando o nome de outro jogador. Se o jogador que arremessou a bola não acertar ninguém, também fica "ferido".


Se o "ferido" for acertado novamente, ele é chamado de "gravemente ferido". Na terceira vez, é tido como "morto" e sai da brincadeira. O jogo acaba quando ficarem somente dois jogadores.


O Mico

Neste jogo participam quatro ou mais pessoas e o objetivo é evitar que duas bolas se encontrem na mão de uma pessoa.


Para iniciar o jogo os participantes devem se posicionar em círculo, ficando duas crianças que se defrontam, de posse de uma bola, que é chamada de "mico".


Ao sinal de início, as crianças que tem a bola passam-na ao colega da esquerda, o qual rapidamente faz o mesmo e assim sucessivamente. As bolas são passadas, o objetivo é fazer com que uma bola alcance a outra, isto é, que o “mico” seja apanhado sendo que todos evitam que isto aconteça em suas mãos.


Quem deixar cair a bola deve recuperá-la sozinho e voltar ao seu lugar para recomeçar a passá-la. Cada vez que o mico é apanhado interrompe-se a brincadeira.


Ameba

Neste jogo o ideal é ter mais que seis participantes. Para organizar é só espalhar os jogadores pela quadra e dê uma bola a um deles. Quem estiver com a bola não pode andar e tem que tentar acertar algum participante.


Se a bola sair da quadra sem acertar ninguém, o jogador recebe a bola para tentar novamente. Quem for acertado vira ameba e tem que se sentar. Uma ameba só pode se levantar de novo se tocar em alguém que está de pé ou se conseguir pegar a bola. Quando conseguir isso, ela grita "ameba!" e a pessoa que estava de pé, se senta. Para a brincadeira ficar mais divertida, vale dar mais bola para vários jogadores.


Vôlei do Alfabeto

Primeiro deve ser escolhido um tema, como por exemplo, frutas. Em seguida as crianças formam um círculo e jogam vôlei, só que a cada lance, devem falar uma letra seguindo a ordem alfabética.


Quem deixar a bola cair deverá falar uma fruta que comece com a letra da vez, por exemplo se a bola caiu ao falar a letra “m”, quem deixou cair poderá falar mamão, maçã ou melancia, por exemplo. Em seguida retorna-se ao jogo com a letra seguinte.


Barra Bola

Para esse jogo traçam-se duas linhas paralelas distantes 10 metros uma da outra. Atrás das linhas será o campo de cada um dos times. Os times terão um número igual de crianças.


Ao iniciar o jogo, o time escolhido para a partida pega a bola e um de seus componentes arremessa para o campo contrário. Se a bola não for apanhada no ar, aquela que a pega no chão terá que devolvê-la também para o campo contrário; se a bola for apanhada no ar, aquele que o fizer passará para o campo oposto, como espião do seu time.


O espião deve procurar sempre apanhar a bola do adversário, para poder passá-la as mãos de um dos componentes de sua turma. E, se este conseguir apanhar a bola antes de cair no chão, também passará para o campo contrário como espião. Vencerá o time que conseguir o maior número de espiões no campo oposto.


Queimada

Na queimada dois grupos são formados ficando cada qual em um lado do campo, no mesmo haverá uma marcação chamada poço, onde os adversários queimados deverão ficar até o fim do jogo.


As jogadas são sempre alternadas para cada equipe. O jogo começa com um jogador atirando a bola em alguém. O Jogador é queimado quando a bola bate nele e depois cai no chão, porém se a bola for agarrada o jogador está salvo.


Se a bola bater em mais de um jogador, é sempre o último a ser atingido que deverá ir para o poço. Quem está no poço pode queimar seu adversário, para que possa voltar para seu campo.


Na queimada ganha o jogo a equipe que “queimar” todos os jogadores da equipe adversária.


Curiosidade

A primeira bola de futebol que rolou nos campos brasileiros foi trazida em 1884, por Charles Miller e era feita de capotão, ou seja, de couro curtido e a câmara de ar era uma bexiga de boi. Essas bolas tem o inconveniente de pesarem mais em dias de chuva porque o couro fica encharcado.

Somente em 1994 esse problema foi resolvido porque as bolas começaram a ficar mais leves e sem possibilidade de encharcar, graças à utilização de material sintético, como os polímeros.
 
Créditos: http://www.smartkids.com.br/especiais/brincadeiras-com-bola.html

CRIANÇAS DO PERU

sugestões de temas infantil

Sugestões de temas para culto infantil e/ou festividades
Alguém se importa com você! Marcos 10.14

É muito bom louvar a Deus

Das crianças é o Reino de Deus

Samuel o menino que ouvia a Deus

Jesus o verdadeiro herói

Jesus quer ser seu amigo

Tá na hora de adorar a Deus de verdade João 4.23

Crianças aprendendo e vivendo os milagres de Jesus João 6.9

Da boca da crianças sai o perfeito louvor Mateus 21.16

Por que a alegria do Senhor é a nossa força Neemias 8.10

Sou pequenino mas ando com Deus Samuel 2.26

Reverência na casa de Deus Mateus 21.12-17

Deus me fez para louvar Salmo 92.1

Crianças seguindo a Jesus ou somos seguidores de Jesus Mateus 11.28

Guarda o teu pé quando entrares na casa de Deus Ec. 5.1

Samuel, fruto da oração 1 Sm 1.10

Crescendo na presença do Senhor Lc 2.52

Crianças a serviço de Deus Mc 9. 36,37

Somos um em Cristo Jesus 1 Co 12.12-31

Eu sou diferente, Jesus vive em mim Ef 4.24



segunda-feira, 16 de junho de 2014

Cristãos perseguidos















Estima-se que, atualmente, 100 milhões de cristãos são perseguidos por causa de sua fé. Eles são interrogados, ameaçados, presos, torturados e até mortos por seguirem a Cristo.


Duas fontes atuais podem nos ajudar a definir o que é a perseguição – As Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), e a Bíblia, pois tudo deve ser examinado à luz das Escrituras.

Podemos tomar como base o Artigo XVIII da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.

O Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, expandiu esse Artigo:

1. Toda pessoa terá direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.

2. Ninguém poderá ser submetido a medidas coercitivas que possam restringir sua liberdade de ter ou de adotar uma religião ou crença de sua escolha.

3. A liberdade de manifestar a própria religião ou crença estará sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.

4. Os estados-partes no presente Pacto comprometem-se a respeitar a liberdade dos pais - e, quando for o caso, dos tutores legais - de assegurar aos filhos a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.


Pode-se dizer então, que o individuo é perseguido se for privado de qualquer dos elementos fundamentais da liberdade religiosa.

Perseguição à luz da Bíblia
No livro A fé que persevera, Ronald Boyd-MacMillan afirma: “[Há] dois elementos centrais que nos levam além do Artigo 18. Primeiro, nas palavras de um pregador palestino ‘Isso não diz respeito a nós’. A perseguição diz respeito a Cristo, e a trindade do mal (carne, mundo e diabo) está tentando chegar até Cristo por meio de nós. Não somos nós, estritamente falando, o objeto da perseguição. Nós somos as vítimas dela. Segundo, a perseguição é universal. Essa trindade do mal está perseguindo Cristo, o nosso novo Senhor, estejamos definhando num campo de trabalhos forçados ou deitados no convés de um iate. Bastante simples: se levamos conosco a nossa nova identidade de Cristo, seremos perseguidos”.

Além de Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição: Governantes (Atos 12.2), Sacerdotes (Mateus 26.3,4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59), Mercadores (Atos 16 e 19), Agitadores (Atos 17) e a Família (Mateus 10.35,36).

Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” (2 Timóteo 3.12).


Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei e amplamente respeitados. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.

Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial. Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã.

Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Pipoca, o peixinho encrenqueiro



Era uma vez um peixinho que se chamava Pipoca. 
Ele tinha esse nome porque aonde ele ia estourava uma confusão. 
Sabe por que? Ele era muito fofoqueiro. 
Vivia inventando umas “mentirinhas” a respeito dos outros peixinhos.

No recife, onde ele e os outros peixinhos moravam, era um lugar muito bonito. 
A água era tão limpinha que lá de baixo dava pra ver o céu. 
Tinha muitos corais, plantinhas e muita comida pra alimentar todos os peixinhos. 
Era o local preferido da maioria dos peixes.

Pipoca não gostava, ele ficava com raiva e vivia reclamando:

- Esse lugar está muito cheio. Não dá nem para nadar. 
Porque todo mundo tem que vir pra cá?


Splash, um peixinho que passava na hora, ouviu Pipoca reclamar e disse:

- Pipoca, aqui é seguro, não tem pescadores, t
em muita comida pra todos, não tem poluição, por isso a maioria dos peixes vive aqui.

Pipoca respondeu:

- Ah não dá, ta muito cheio, procurem outro lugar.

- Não Pipoca, como diz o ditado 
– “os incomodados que se retirem”, o mar é nosso também. 
Procure você outro lugar para morar.

Pipoca ficou vermelho de raiva e pensou:

…È assim né, procurar outro lugar. 
Eu cheguei aqui primeiro, então esse lugar é meu! 
Já sei o que vou fazer para esvaziar o recife. 
Vou inventar umas mentirinhas e logo todos os peixes vão se zangar uns com os 
outros e vão embora.


E assim ele começou…

Procurou o camarão e disse:

- Sabe camarão, estou muito triste.

- Por que, disse o camarão.

- O baiacu falou que você é muito feio, tem uns bigodes enormes e parece 
uma pimenta, de tão vermelho.

- O camarão ficou muito irritado e foi tirar satisfação com o baiacu.


- Pipoca foi correndo até o baiacu para provocá-lo também.

- Sabe Baiacu, estou muito, muito triste.

- Por que Pipoca. O que está acontecendo?

- É o Camarão.

- O que houve com o Camarão, ele é meu amigo.

- Amigo?! Se aquilo é amigo, você não precisa de inimigo.

- Por que está dizendo isso Pipoca?

- Sabe como é, eu não gosto de fofoca, mas não agüento ver uma injustiça.

- Diga logo, Pipoca.

- È que o Camarão disse que você é espinhudo e quando infla,
fica parecendo uma baleia de tão gordo.

- Ah é! Mas o Camarão parecia tão meu amigo, falando umas coisas dessas 
a meu respeito? 
Vou tirar satisfação com ele.

E foi…


Pipoca ficou rindo… Estou conseguindo.

Quando o Camarão e o Baiacu se encontraram foi a maior confusão!

Eles discutiram muito, pois já estavam zangados, e um não deixava o outro falar. 
Foi a maior briga.

Pipoca ficava de longe, só rindo da confusão.

E assim foi… Pipoca foi inventando mentiras sobre os peixinhos do lugar e ia soltando 
seu veneno. 
Os peixes, ingênuos, acreditavam no que ele falava, acabavam brigando uns 
com os outros, brigavam e iam embora para outro lugar.


A confusão foi tão grande que o lugar foi ficando vazio, vazio. Splash tomou um susto,
ele estava viajando por outras águas, quando voltou ao recife, 
ele estava vazio, só Pipoca estava lá.

Ele pensou… o que está acontecendo este lugar é tão movimentado, tão alegre, 
cheio de vida, está tão triste. Aí ele viu Pipoca nadando, nadando, todo alegre.

- Pipoca, onde estão os outros peixes? 
O que aconteceu? 
Os pescadores descobriram o nosso refúgio?

- Ah, não sei não, os peixes resolveram se mudar pra outro lugar.

- Por que? Disse Splash.

- Ah não sei! Eles arrumaram uma confusão, brigaram e cada um foi prá um lado.

- Porque só você ficou aqui Pipoca?

- Ora, aqui é a minha casa, meu lugar, é aqui que eu devo ficar.

- Por que os peixes brigaram, eram tão unidos, tão amigos?

- Umas fofocas que inventaram por aí, e eles acreditaram.

- Fofocas, que fofocas, quem inventou isso? E a seu respeito, ninguém disse nada?

Splash, começou a desconfiar de Pipoca.

- A meu respeito, bem, é, quer dizer, hum, eu não sou bobo, não acredito em 
qualquer coisa.

- Ah é! E sobre aquela estória que você andava reclamando que o recife 
estava muito cheio?

- Splash, que era um peixinho muito inteligente, começou a apertar 
Pipoca com tantas perguntas, ele sabia que tinha alguma coisa errada.

- Pipoca, que tinha a língua solta, não agüentou e disse:

- Ta bom, eu confesso fui eu que inventei as fofocas. Mas não me arrependo, 
o recife ficou do jeito que eu queria, bem vazio e sossegado.

- Splash, responde:

- Ah é, então fique com o recife todo prá você, porque eu também vou para outro lugar, 
vou procurar os meus amigos, fique aí sozinho, do jeito que você queria.


- Vai mesmo, eu não preciso de ninguém, posso viver aqui sozinho, vai mesmo, tchau!

Só que Pipoca achou que poderia viver sozinho. Sem ninguém para brincar, estudar, conversar. Passava todos os dias ali sozinho, nadando de um lado para o outro.
Sem nada para fazer.

- Que coisa chata, eu não tenho ninguém para brincar, não tenho ninguém para conversar, eu estou me sentindo tão sozinho. Buá….Buá…

E começou a chorar, ele chorava tão alto que os outros peixinhos ficaram com muita pena dele. Apesar do que Pipoca tinha feito, eles mesmo assim o amavam e resolveram ver o que estava acontecendo.


- Splash, que era tipo um líder, perguntou:

- O que está acontecendo com você Pipoca, por que está chorando?

- Eu me sinto tão só , eu não sabia que era tão ruim ficar sozinho, 
sem ninguém para brincar, conversar.

- Ah então você não queria o recife todo para você?

- Eu não quero mais, o recife não é só meu, eu quero os meus amigos de volta.

- Então, peça desculpas a todos e diga que foi você que inventou todas aquelas mentiras.

E assim foi, Pipoca pediu perdão a todos e disse que nunca mais faria aquilo, 
ele tinha aprendido a lição.

Ninguém pode viver sozinho. 
Todos nós precisamos de alguém. 
Precisamos da mamãe, do papai, dos irmãos, do coleguinha, 
precisamos dos irmãos da nossa igreja. E principalmente precisamos de JESUS CRISTO. Pois sem ele é muito difícil viver.

“Oh quão bom e quão maravilhoso é viverem unidos os irmãos!”    (Salmo 133: 1)




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